Um muscle car clássico com build moderna e força de supercarro
Camaro 1967 com LSX 434 biturbo, mais de 1.000 cv nas rodas, chassis Roadster Shop e acerto de rua/pista. Um muscle car clássico transformado em máquina brutal e usável.

Camaro 1967 com 1.200 cv e setup de respeito
O ponto mais forte deste Camaro 1967 é simples: ele passa de 1.000 cv nas rodas e foi montado para entregar força de verdade, não só número de bancada. O carro usa um LSX 434 totalmente preparado, com dois turbos de 66 mm, acerto de pressão em torno de 13 psi e proposta clara de rua forte com pegada de pista.
Motor e preparação
O conjunto mecânico gira em torno de um LSX 434 com parte de baixo Texas Speed e cabeçotes LS7 trabalhados no topo. A sobrealimentação ficou por conta de um sistema twin turbo, que substituiu um conjunto anterior e trouxe resposta mais rápida, além de menos pressão para alcançar o mesmo resultado.
Segundo o que é mostrado, o motor foi montado para suportar muito mais do que o acerto atual. A construção é pensada para aguentar algo na faixa de 2.500 hp, mas o uso real está calibrado para manter o carro aproveitável no asfalto.
Chassi e comportamento
Um dos grandes diferenciais do projeto é o Roadster Shop chassis, que deu ao carro a base certa para lidar com potência alta e uso consistente. Antes disso, o Camaro passou por diferentes combinações de chassi até chegar ao acerto atual, mostrando que a prioridade foi encontrar equilíbrio entre altura, postura e performance.
Na prática, o carro foi descrito como muito mais do que forte: ele é funcional. O acerto de suspensão, freio e distribuição de peso fez o conjunto trabalhar como um carro sério de rua rápida, com comportamento estável e capacidade de tração acima da média.
Freios, rodas e pneus
A parte de freio usa base de C6 Corvette Brembo, com ABS eletrônico e sistema pensado para lidar melhor com o conjunto turbo. As rodas são Niche de três peças, com medidas agressivas: 20×14 na traseira e 19×8,5 na dianteira.
Nos pneus, a escolha foi decisiva. O carro usa drag radial na medida 335, algo que mudou completamente a forma como o Camaro entrega a potência no chão. O resultado é um clássico com visual encorpado e tração compatível com a proposta.
Visual e acabamento
No visual, o carro mantém a identidade do Camaro 1967, mas com uma leitura mais limpa e agressiva. A carroceria recebeu pintura BMW Alpine White, faixa vermelha e vários detalhes em preto para separar as cores e dar mais contraste.
A carroceria também preserva elementos clássicos, como drip rails, maçanetas e acabamento de vidro, algo que evita exagero visual. Ao mesmo tempo, há peças funcionais como o capô com venezianas, splitter inspirado em Ferrari F8 e entradas de ar para os filtros dos turbos.
Interior e eletrônica
Por dentro, o projeto segue a mesma lógica: aparência limpa, mas com conteúdo de carro forte moderno. O Camaro usa Holley Dominator, controle de tração, boost by gear e line lock, além de painel Dakota Digital e sistema de som completo.
A ideia aqui não é só acelerar de forma bruta. É acelerar com controle. O mapa do acelerador e a calibração da tração foram feitos para permitir uso real da potência, com patinagem limitada e entrega progressiva
Danniel Bittencourt
22/06/2026
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