O Número 1 Custa R$ 171 Milhões! Veja os 10 Carros que Só Bilionários Têm
Mais que carros, tesouros sobre rodas. Descubra as 10 máquinas exclusivas que quebram a barreira dos R$ 10 milhões em 2026 e redefinem o luxo extremo. Você está pronto para acelerar?

Danniel Bittencourt
23/04/2026
1. Rolls-Royce La Rose Noire Droptail
País de Origem: Reino Unido
Valor Estimado: Cerca de R$ 171 milhões (aproximadamente US$ 30 milhões, antes de impostos locais no Brasil).
Potência: Motor V12 biturbo de 6.75 litros, entregando 601 cv de potência e 85,6 kgfm de torque.
Quantidade e Raridade: Extremamente raro. Apenas 4 unidades do chassi Droptail serão construídas no mundo, sendo a “La Rose Noire” a primeira e absolutamente única em sua configuração.
A Rolls-Royce La Rose Noire Droptail é, sem dúvida, a atual joia da coroa da engenharia automotiva e da personalização de ultraluxo no planeta. Encomendada por uma família misteriosa e multibilionária, o carro é fortemente inspirado no romance e no mistério da rosa Black Baccara, a flor favorita da família que encomendou o veículo. A pintura externa não é um simples vermelho ou preto; ela exigiu o desenvolvimento de um processo de pintura completamente novo com mais de 150 iterações para chegar ao tom exato. Dependendo de como a luz reflete na carroceria, o carro muda de um vermelho perolado vibrante para um tom quase completamente negro.
Ao entrar no habitáculo, o nível de detalhamento beira o inacreditável. O painel e o interior contam com uma marchetaria complexa composta por exatas 1.603 peças individuais de folheado de madeira negra, montadas meticulosamente à mão ao longo de quase dois anos para simular pétalas de rosa caindo ao vento. Além de ser um elegante 100% focado em dois ocupantes — uma quebra de tradição para a marca focada em motoristas particulares —, ele possui um teto rígido removível. Para coroar o luxo, o painel integra um relógio exclusivo da renomada marca suíça Audemars Piguet, que pode ser destacado do carro e usado no pulso do proprietário com uma pulseira desenhada sob medida.
2. Rolls-Royce Boat Tail
País de Origem: Reino Unido
Valor Estimado: Cerca de R$ 140 milhões (aproximadamente US$ 28 milhões).
Potência: Motor V12 biturbo de 6.75 litros, com cerca de 570 cv de potência.
Quantidade e Raridade: Raríssimo. Produção limitada a exatas 3 unidades globais.
O Rolls-Royce Boat Tail representa o renascimento definitivo do programa “Coachbuild” moderno da fabricante britânica, um departamento onde os clientes desenham a própria carroceria do veículo junto aos engenheiros da marca. Como o próprio nome sugere, o design deste hiperluxuoso automóvel foi diretamente inspirado na elegância atemporal dos iates clássicos da “Classe J” do início do século XX. O carro exibe proporções majestosas, com mais de 5,8 metros de comprimento, e uma pintura em tons de azul que contém flocos metálicos que imitam o reflexo do oceano sob a luz do sol.
O grande espetáculo do Boat Tail, no entanto, esconde-se na sua parte traseira. Em vez de um porta-malas convencional, o carro possui um convés de madeira de nogueira com poros abertos. Com o toque de um botão, essa traseira se abre em um movimento de “asas de borboleta”, revelando a “Hosting Suite” — um intrincado kit de piquenique da mais alta sociedade. Esse compartimento abriga duas geladeiras (uma configurada na temperatura exata para o champanhe vintage favorito do dono), taças de cristal personalizadas, talheres de prata gravados, duas banquetas de fibra de carbono desenvolvidas pela grife italiana Promemoria e um guarda-sol que se estende automaticamente. É, essencialmente, uma experiência de hospitalidade ao ar livre sobre quatro rodas.
3. Bugatti La Voiture Noire
País de Origem: França
Valor Estimado: Cerca de R$ 98 milhões (aproximadamente US$ 19 milhões no lançamento).
Potência: Monumental motor W16 de 8.0 litros quad-turbo, produzindo absurdos 1.500 cv e 163 kgfm de torque.
Quantidade e Raridade: “One-off”. Existe apenas 1 unidade produzida no mundo inteiro.
A Bugatti La Voiture Noire, cujo nome traduz-se simplesmente como “O Carro Preto”, é muito mais do que um meio de transporte de alto desempenho; é uma carta de amor à própria história da fabricante francesa. O modelo foi criado como um tributo espiritual e moderno a um dos mistérios mais célebres do mundo automotivo: o Bugatti Type 57 SC Atlantic pessoal de Jean Bugatti, que desapareceu durante a Segunda Guerra Mundial e cujo paradeiro é desconhecido até hoje. A versão moderna captura o espírito de elegância intemporal com uma carroceria esculpida inteiramente em fibra de carbono preta de trama visível, polida até obter um brilho profundo que absorve e reflete a luz de maneira quase alienígena.
Do ponto de vista do design, o carro não possui linhas agressivas que cortam a carroceria, mas sim fluidez, dando a impressão de ter sido moldado a partir de uma peça única de material. A assinatura clássica da “espinha dorsal” do Bugatti Atlantic original foi recriada de forma brilhante, indo do capô até a traseira. Outro detalhe que chama atenção e reforça a agressividade mecânica são as inacreditáveis seis saídas de escapamento alinhadas na traseira. Sob o capô, ele esconde a mecânica consagrada da Bugatti, permitindo que esta escultura de altíssimo luxo acelere de 0 a 100 km/h em cerca de 2,4 segundos e ultrapasse facilmente os 400 km/h, sempre mantendo o silêncio e o conforto de um autêntico Grand Tourer.
4. Pagani Zonda HP Barchetta
País de Origem: Itália
Valor Estimado: Cerca de R$ 92 milhões (originalmente avaliado em torno de US$ 17,5 milhões).
Potência: Motor V12 de 7.3 litros naturalmente aspirado (preparado pela Mercedes-AMG), produzindo impressionantes 800 cv.
Quantidade e Raridade: Apenas 3 unidades construídas na história.
A história por trás do Pagani Zonda HP Barchetta o torna um dos hipercarros mais românticos e viscerais da era moderna. A sigla “HP” não é por acaso: ela significa Horacio Pagani. O gênio e fundador da fabricante italiana de hipercarros desenhou este veículo como um presente para si mesmo em comemoração ao seu 60º aniversário e para marcar o fim da gloriosa linha Zonda (que teimava em se recusar a morrer devido à altíssima demanda dos clientes bilionários). O termo “Barchetta” faz alusão ao estilo de carroceria de corrida sem capota e sem janelas completas, apresentando um para-brisa radicalmente cortado e rebaixado que exige que os ocupantes sintam o vento cortando o rosto em altas velocidades.
Para garantir que o carro fosse tão rápido quanto espetacular, a Pagani construiu o chassi usando seu material patenteado de última geração, o Carbo-Titanium, que funde a leveza da fibra de carbono com a resistência balística do titânio. Visualmente, ele chama atenção pelas rodas exclusivas (com as rodas traseiras cobertas por uma carenagem aerodinâmica, num aceno aos carros do Grupo C de Le Mans) e pela entrada de ar no topo do veículo. A pureza mecânica é um grande atrativo: ao contrário de muitos hipercarros modernos, o Barchetta usa uma transmissão manual de seis marchas, permitindo ao piloto extrair manualmente cada decibel do motor V12 aspirado, que possui um dos sons mais estridentes e maravilhosos da indústria automotiva.
5. Rolls-Royce Sweptail
País de Origem: Reino Unido
Valor Estimado: Cerca de R$ 70 milhões (aproximadamente US$ 12,8 milhões).
Potência: Motor V12 de 6.75 litros, gerando 460 cv.
Quantidade e Raridade: “One-off”. Apenas 1 unidade no mundo.
O Rolls-Royce Sweptail foi o carro que mudou as regras do jogo no mundo do ultraluxo na década passada. Revelado em 2017 no prestigiado Concorso d’Eleganza Villa d’Este, ele provou à indústria que havia demanda para carros totalmente feitos sob medida, inaugurando a era moderna da divisão de Coachbuild da marca. O veículo foi encomendado por um cliente descrito apenas como um grande apreciador de superiates e aviões particulares, que desejava um carro que pudesse unificar as características de ambos os mundos. O projeto exigiu nada menos que quatro anos de estreita colaboração entre o cliente e a equipe de design da fabricante inglesa para sair do papel e se tornar realidade.
O design do Sweptail é instantaneamente reconhecível pelo enorme teto de vidro panorâmico de uma única peça – um dos maiores, mais complexos e desafiadores já instalados em um automóvel de produção – que se estende por toda a cabine e converge para a traseira afunilada em formato de gota (o tal “swept-tail”, inspirado nos Rolls-Royces dos anos 1920 e nos cascos dos barcos de corrida). O interior foca puramente no minimalismo absoluto, removendo botões e substituindo-os por painéis ininterruptos de madeiras raras como Macassar Ebony e Paldao, além de muito couro Mocassin. O toque final de extravagância é um mecanismo automático no console central que, ao toque de um botão, eleva e posiciona perfeitamente uma garrafa resfriada de champanhe e duas taças de cristal anguladas.
6. Pagani Utopia
País de Origem: Itália
Valor Estimado: Cerca de R$ 60 milhões (no Brasil, contando impostos de importação e exclusividade).
Potência: Motor V12 de 6.0 litros biturbo, construído artesanalmente pela AMG, entregando 864 cv e 112 kgfm de torque.
Quantidade e Raridade: Produção limitada a apenas 99 unidades na versão cupê.
O Pagani Utopia, que recentemente teve uma unidade importada para o Brasil causando forte comoção na comunidade automotiva, é o terceiro grande capítulo da história da Pagani, sucedendo os lendários Zonda e Huayra. Em uma era dominada por hipercarros híbridos pesados repletos de telas digitais e baterias de íons de lítio, Horacio Pagani nadou contra a correnteza. Ele perguntou aos seus clientes mais fiéis o que eles queriam no novo carro, e a resposta unânime foi: simplicidade, leveza e a alegria pura de dirigir. Como resultado, o Utopia dispensa totalmente a eletrificação, pesando incríveis 1.280 kg, graças a um chassi monocoque de Carbo-Titanium e Carbo-Triax.
O design fluido levou seis anos para ser esculpido e testado em túnel de vento; impressionantemente, o carro gera enormes quantidades de downforce sem precisar de um grande aerofólio traseiro, usando asas ativas integradas perfeitamente ao desenho curvo da carroceria. O interior é um espetáculo steampunk por si só. Não há nenhuma tela multimídia no centro do painel; em vez disso, há um belíssimo aglomerado de mostradores analógicos cercados por couro, alumínio usinado a partir de blocos maciços e detalhes em fibra de carbono. A verdadeira joia da coroa é o câmbio manual de sete marchas no centro do console, que possui um trambulador mecânico totalmente exposto, transformando a simples troca de marchas em um espetáculo visual de engrenagens em movimento.
Leia mais
7. Bugatti Chiron Profilée
País de Origem: França
Valor Estimado: Cerca de R$ 62,7 milhões (arrematado por aproximadamente 9,7 milhões de euros em leilão).
Potência: O icônico W16 de 8.0 litros quad-turbo, com .1500 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos.
Quantidade e Raridade: “One-off”. Apenas 1 unidade fabricada.
O Bugatti Chiron Profilée tem um lugar incrivelmente especial na história recente do automóvel: ele marca o ponto final, o canto do cisne, da geração do motor W16 puro e sem auxílio elétrico da marca francesa. O carro nasceu de pedidos de clientes que adoravam a dinâmica de condução ágil e afiada do Bugatti Chiron Pur Sport (desenvolvido para ser um monstro das pistas e das curvas de montanha), mas achavam sua asa traseira enorme algo exageradamente agressivo e espalhafatoso para viagens elegantes. A Bugatti atendeu aos pedidos e desenvolveu o Profilée, mas no meio do projeto, todas as 500 vagas de produção da linha Chiron se esgotaram. A Bugatti, no entanto, decidiu concluir essa única unidade de pré-produção, tornando-a uma peça de colecionador instantânea.
Para garantir estabilidade em altas velocidades, os engenheiros desenvolveram um aerofólio integrado na carroceria em formato de “ducktail” (rabo de pato) fixo, que ajuda a extrair o ar quente do motor e aumenta a aderência aerodinâmica. O modelo possui afinações de suspensão exclusivas, sendo ligeiramente mais rígido do que o Chiron Sport convencional. Ele estreou a cor prata “Argent Atlantique”, desenvolvida exclusivamente para este carro, contrastando com o icônico azul da parte inferior de fibra de carbono. No interior, foi o primeiro Bugatti da história a utilizar couro trançado artesanal (com mais de 2.500 tiras de couro interligadas) no acabamento interno das portas, unindo agressividade e sofisticação inigualável.
8. Bugatti Centodieci
País de Origem: França
Valor Estimado: Cerca de R$ 54,2 milhões (aproximadamente US$ 9 milhões na base, chegando facilmente a mais com personalização).
Potência: Motor W16 de 8.0 litros quad-turbo aprimorado, entregando colossais 1.600 cv (100 cv a mais que o Chiron base).
Quantidade e Raridade: Restrito a exatas 10 unidades em todo o planeta.
A palavra “Centodieci” significa “cento e dez” em italiano, e o carro foi construído com dois propósitos distintos: comemorar os 110 anos da fundação da marca por Ettore Bugatti e pagar um tributo apaixonado ao EB110 Supersport da década de 1990 (o hipercarro da época em que a Bugatti foi temporariamente ressuscitada pelo empresário italiano Romano Artioli). O modelo toma a mecânica impecável do Chiron e a transforma em algo consideravelmente mais extremo e focado na performance crua. O carro é 20 quilos mais leve do que o Chiron padrão e, graças ao motor aprimorado, as métricas são assustadoras: de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos e de 0 a 300 km/h em inacreditáveis 13,1 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente a 380 km/h.
O design do Centodieci é uma verdadeira obra de arte retro-futurista. Em vez da clássica e imensa linha em forma de “C” nas laterais presente nos Bugattis modernos, ele usa uma superfície plana com cinco pequenas entradas redondas de ar, exatamente como no antigo EB110. A grade em forma de ferradura na frente foi diminuída consideravelmente e os faróis em LED são fendas finíssimas e agressivas. O processo de desenvolvimento da refrigeração dessa carroceria exigiu milhares de horas de simulação aerodinâmica. Uma das poucas e felizardas pessoas no mundo a possuir esta raridade é o jogador de futebol Cristiano Ronaldo, cuja aquisição ajudou a aumentar o status místico do modelo globalmente.
9. Mercedes-Maybach Exelero
País de Origem: Alemanha
Valor Estimado: Cerca de R$ 46,7 milhões (US$ 8 milhões na época, valor ainda estimado como referência base devido à sua singularidade).
Potência: Motor V12 biturbo de 5.9 litros da Mercedes-Benz, produzindo 700 cv e 104 kgfm de torque.
Quantidade e Raridade: “One-off concept”. Existe apenas 1 veículo em todo o mundo.
O Mercedes-Maybach Exelero talvez seja o carro com a história de origem mais inusitada de toda esta lista. Ao contrário dos outros que nasceram puramente do capricho de bilionários ou de aniversários das marcas, o Exelero foi originalmente comissionado em 2005 por uma empresa fabricante de pneus, a Fulda (uma divisão alemã da gigante Goodyear). A Fulda precisava de um veículo extremo, incrivelmente pesado e ridiculamente rápido para testar a durabilidade de uma nova linha de pneus superesportivos, chamada Carat Exelero, que deveria aguentar o peso de um superluxo a velocidades acima de 350 km/h sem se desintegrar.
O resultado dessa colaboração foi uma obra-prima automotiva intimidadora, desenhada por estudantes do Pforzheim Design Academy e construída pela preparadora Stola. Visualmente, ele lembra o carro do Batman em um universo de máfia: preto, esguio, com quase seis metros de comprimento, rodas imensas, capô interminável e uma estética de cupê intimidadora. Apesar de ser tecnicamente um veículo de altíssimo luxo repleto de couro vermelho e preto e fibra de carbono, além de pesar enormes 2.660 kg, o Exelero conseguiu provar seu valor no famoso anel de alta velocidade de Nardò, na Itália, cravando uma velocidade máxima validada de 351,45 km/h. Desde então, ele se tornou uma lenda urbana, aparecendo até no videoclipe de “Lost One” do rapper Jay-Z.
10. Ferrari LaFerrari
País de Origem: Itália
Valor Estimado no Brasil: Entre R$ 38 milhões e R$ 45 milhões (o valor flutua brutalmente devido à raridade no país e ao mercado de colecionadores).
Potência: Motor V12 de 6.3 litros aspirado combinado com um sistema híbrido KERS elétrico, resultando em incríveis 963 cv combinados e mais de 91 kgfm de torque.
Quantidade e Raridade: Foram construídas 499 unidades na versão cupê (mais uma fabricada especialmente para ser leiloada para as vítimas do terremoto na Itália, totalizando 500) e mais 210 da versão conversível Aperta.
O simples fato de uma marca orgulhosa batizar o carro de “A Ferrari” mostra o nível de confiança na obra entregue. Lançada há mais de uma década, a LaFerrari envelheceu como um vinho excepcional e permanece como um dos carros mais desejados e valiosos do mundo. Ela compunha a famosa “Santíssima Trindade” original dos hipercarros (junto ao McLaren P1 e ao Porsche 918 Spyder), veículos que definiram a era híbrida extrema. Foi o primeiro carro de rua da história de Maranello a apresentar tecnologia híbrida, focada não em economizar combustível, mas em entregar energia e torque absolutos de forma imediata. O motor elétrico preenche os pequenos “buracos” na faixa de torque do furioso motor V12 que grita a até 9.250 rpm.
Além do desempenho formidável (capaz de atingir 300 km/h em exatos 15 segundos), a LaFerrari tem um design que quebrou paradigmas. Foi o primeiro modelo de topo da marca desde o Dino 308 GT4 em 1973 a não ser desenhado pelo estúdio Pininfarina; em vez disso, todo o design foi obra do próprio centro de design da Ferrari, liderado por Flavio Manzoni. Para extrair a máxima performance e reduzir o peso, a posição de dirigir simula a de um carro de Fórmula 1: os bancos não se ajustam e são moldados diretamente no chassi de fibra de carbono. Em vez de mover o banco, o motorista movimenta o volante e a caixa de pedais para encontrar a ergonomia perfeita. Por conta dos severos impostos brasileiros, unidades importadas e registradas no país são tesouros guardados a sete chaves, negociadas apenas nas cifras astronômicas superiores aos 40 milhões de reais.
FAQ
1. Qual é o carro mais caro do mundo atualmente? O Rolls-Royce La Rose Noire Droptail é considerado um dos mais caros, com valor estimado na casa dos R$ 171 milhões.
2. Quanto custa um Rolls-Royce Droptail? Estima-se que custe mais de 30 milhões de dólares (cerca de R$ 171 milhões, sem impostos locais).
3. Quantos Rolls-Royce Droptail existem no mundo? Apenas 4 chassis serão construídos, sendo o “La Rose Noire” o primeiro e totalmente único.
4. Qual carro de luxo vem com um relógio no painel? O Rolls-Royce La Rose Noire Droptail traz um relógio exclusivo da Audemars Piguet, que pode ser retirado e usado no pulso.
5. Qual é o Rolls-Royce que tem um kit de piquenique no porta-malas? O Rolls-Royce Boat Tail, que revela um kit completo com geladeira e taças de cristal ao abrir a traseira.
6. Quanto custa o Rolls-Royce Boat Tail? Aproximadamente R$ 140 milhões (cerca de 28 milhões de dólares).
7. Quantas unidades do Rolls-Royce Boat Tail foram feitas? Foram fabricadas exatas 3 unidades no mundo.
8. O que é o sistema “Coachbuild” da Rolls-Royce? É um programa exclusivo onde o cliente desenha a própria carroceria do veículo junto aos engenheiros da marca.
9. Qual é o Bugatti mais caro do mundo? O Bugatti La Voiture Noire, avaliado em cerca de R$ 98 milhões.
10. O que significa “La Voiture Noire”? Significa “O Carro Preto” em francês.
11. Quantos escapamentos tem o Bugatti La Voiture Noire? O modelo possui incríveis seis saídas de escapamento alinhadas na traseira.
12. Em qual carro o Bugatti La Voiture Noire foi inspirado? No lendário e perdido Bugatti Type 57 SC Atlantic de Jean Bugatti.
13. De quem é o Bugatti La Voiture Noire? A Bugatti nunca confirmou oficialmente quem é o comprador desta unidade única (“one-off”).
14. Qual a velocidade máxima do Bugatti La Voiture Noire? Com seu motor W16 de 1.500 cv, ele ultrapassa facilmente os 400 km/h.
15. O que significa “HP” no Pagani Zonda HP Barchetta? As iniciais “HP” homenageiam Horacio Pagani, o fundador da marca, que se deu o carro de presente de aniversário.
16. Quanto custa o Pagani Zonda HP Barchetta? Seu valor estimado gira em torno de R$ 92 milhões.
17. O Pagani Zonda HP Barchetta tem teto? Não, o estilo “Barchetta” significa que ele não tem capota fixa e possui um para-brisa rebaixado.
18. Quantos Pagani Zonda HP Barchetta existem? Apenas 3 unidades foram construídas na história.
19. O Pagani Zonda tem câmbio manual? Sim, o Zonda HP Barchetta utiliza uma transmissão manual de seis marchas.
20. Qual é o diferencial do Rolls-Royce Sweptail? Seu design traseiro afunilado em forma de gota e o imenso teto de vidro panorâmico de peça única.
21. Quanto custa o Rolls-Royce Sweptail? Aproximadamente R$ 70 milhões.
22. Como o champanhe é servido no Rolls-Royce Sweptail? Através de um mecanismo automático no console central que eleva a garrafa resfriada ao toque de um botão.
23. Quanto custa o Pagani Utopia no Brasil? Devido aos impostos e exclusividade, o valor estimado no Brasil é de cerca de R$ 60 milhões.
24. O Pagani Utopia tem tela multimídia? Não. Para manter a pureza do design, ele foca em mostradores analógicos e botões de alumínio usinado.
25. Qual o motor do Pagani Utopia? Um motor V12 de 6.0 litros biturbo, construído artesanalmente pela Mercedes-AMG, com 864 cv.
26. O Pagani Utopia é híbrido ou elétrico? Não, ele vai contra a tendência atual e dispensa totalmente a eletrificação para manter o peso leve (1.280 kg).
27. Quantos Pagani Utopia serão fabricados? A produção da versão cupê é limitada a apenas 99 unidades no mundo.
28. O que faz o Bugatti Chiron Profilée ser único? É uma unidade exclusiva (one-off) projetada com um aerofólio traseiro fixo em formato “ducktail” (rabo de pato).
29. Qual o valor do Bugatti Chiron Profilée? Foi arrematado em leilão pelo equivalente a R$ 62,7 milhões.
30. De 0 a 100 km/h, qual é o tempo do Chiron Profilée? Ele atinge essa velocidade em absurdos 2,3 segundos.
31. Qual o último Bugatti com motor W16 puro? O Bugatti Chiron Profilée marcou o fim da geração do motor W16 sem auxílio elétrico.
32. Qual a cor exclusiva do Bugatti Chiron Profilée? A cor prata “Argent Atlantique”, desenvolvida apenas para este modelo.
33. O que significa “Centodieci” na Bugatti? Significa “Cento e dez” em italiano, celebrando os 110 anos de fundação da Bugatti.
34. Em qual carro o Bugatti Centodieci é inspirado? No clássico Bugatti EB110 Supersport dos anos 90.
35. Qual a potência do Bugatti Centodieci? Ele possui um motor W16 aprimorado que entrega colossais 1.600 cv de potência.
36. Quantos Bugatti Centodieci existem no mundo? A produção foi estritamente limitada a 10 unidades globais.
37. Qual jogador de futebol tem um Bugatti Centodieci? Cristiano Ronaldo é um dos 10 felizardos proprietários deste modelo.
38. Por que o Mercedes-Maybach Exelero foi criado? Foi encomendado em 2005 pela fabricante de pneus Fulda para testar pneus de alta performance em velocidades acima de 350 km/h.
39. Quanto custa o Maybach Exelero? Seu valor de referência histórico é de cerca de R$ 46,7 milhões (US$ 8 milhões originais).
40. Qual a velocidade máxima do Maybach Exelero? Durante os testes na pista de Nardò, ele cravou a velocidade máxima validada de 351,45 km/h.
41. O Maybach Exelero já apareceu em algum clipe musical? Sim, o veículo participou do videoclipe “Lost One” do rapper Jay-Z.
42. Quanto custa uma Ferrari LaFerrari no Brasil hoje? Unidades emplacadas no país são negociadas facilmente entre R$ 38 milhões e R$ 45 milhões.
43. A Ferrari LaFerrari é híbrida? Sim, foi o primeiro hipercarro de rua híbrido da Ferrari, unindo um motor V12 aspirado a um sistema elétrico KERS.
44. Qual a potência total da Ferrari LaFerrari? A combinação dos motores entrega incríveis 963 cv.
45. Quantas unidades da LaFerrari foram produzidas? Foram 500 unidades da versão cupê (499 para clientes + 1 para leilão) e 210 da versão conversível Aperta.
46. Como funcionam os bancos da Ferrari LaFerrari? Eles são fixos e moldados diretamente no chassi; o motorista ajusta o volante e os pedais para encontrar a posição ideal, como na Fórmula 1.
47. Quais carros fazem parte da “Santíssima Trindade” dos hipercarros? Ferrari LaFerrari, McLaren P1 e Porsche 918 Spyder.
48. De 0 a 300 km/h, qual o tempo do Bugatti Centodieci? Ele atinge 300 km/h em inacreditáveis 13,1 segundos.
49. Qual o peso do Maybach Exelero? Apesar de ser um cupê de altíssima performance, ele pesa enormes 2.660 kg devido ao seu tamanho e luxo extremo.
50. Quem desenhou a Ferrari LaFerrari? Foi o primeiro carro de topo da marca em décadas desenhado pelo próprio centro de design da Ferrari (liderado por Flavio Manzoni), sem a participação do estúdio Pininfarina.
Compartilhe este artigo
Posts relacionados

KTM 390 Adventure chega ao Brasil com preço a partir de R$ 33.990
A KTM 390 Adventure chega ao Brasil em outubro, com preços a partir de R$ 33.990 e duas versões: X e R. KTM 390 Adventure já tem

Land Rover Defender Dakar troca regras de corrida por 635 cv
O Land Rover Defender Dakar será uma edição limitada de rua inspirada no carro vencedor do Dakar 2026, com V8 biturbo de 635 cv, pneus de 35

Bajaj Dominar 250 2027 ganha recursos de motos mais caras
A Bajaj Dominar 250 2027 chega em setembro por R$ 23.800 com controle de tração, três modos de pilotagem, painel colorido conectado e navegação curva a curva,

Mercedes-Benz Classe C 2027 supera 100 km de autonomia elétrica
O Mercedes-Benz Classe C 2027 foca na eletrificação híbrida com mais de 100 km de alcance elétrico e herda a tecnologia de cabine do Classe S. O

Tudo Sobre a Nova Mercedes-Benz Classe C Estate 2027
A Mercedes-Benz Classe C Estate 2027 chega com motores híbridos de 100 km de autonomia elétrica e foca no amplo porta-malas para superar os SUVs. A perua

A Mansory Transformou o Bugatti W16 Mistral em Algo Ainda Mais Insano
A Mansory revelou no Monterey Car Week 2026 o Bugatti W16 Mistral Vincero, um hipercarro 1-de-1. Com carroceria em fibra de carbono verde, interior laranja e seis







