Carros Bem Montados

O Número 1 Custa R$ 171 Milhões! Veja os 10 Carros que Só Bilionários Têm

Mais que carros, tesouros sobre rodas. Descubra as 10 máquinas exclusivas que quebram a barreira dos R$ 10 milhões em 2026 e redefinem o luxo extremo. Você está pronto para acelerar?

1. Rolls-Royce La Rose Noire Droptail

  • País de Origem: Reino Unido

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 171 milhões (aproximadamente US$ 30 milhões, antes de impostos locais no Brasil).

  • Potência: Motor V12 biturbo de 6.75 litros, entregando 601 cv de potência e 85,6 kgfm de torque.

  • Quantidade e Raridade: Extremamente raro. Apenas 4 unidades do chassi Droptail serão construídas no mundo, sendo a “La Rose Noire” a primeira e absolutamente única em sua configuração.

A Rolls-Royce La Rose Noire Droptail é, sem dúvida, a atual joia da coroa da engenharia automotiva e da personalização de ultraluxo no planeta. Encomendada por uma família misteriosa e multibilionária, o carro é fortemente inspirado no romance e no mistério da rosa Black Baccara, a flor favorita da família que encomendou o veículo. A pintura externa não é um simples vermelho ou preto; ela exigiu o desenvolvimento de um processo de pintura completamente novo com mais de 150 iterações para chegar ao tom exato. Dependendo de como a luz reflete na carroceria, o carro muda de um vermelho perolado vibrante para um tom quase completamente negro.

Ao entrar no habitáculo, o nível de detalhamento beira o inacreditável. O painel e o interior contam com uma marchetaria complexa composta por exatas 1.603 peças individuais de folheado de madeira negra, montadas meticulosamente à mão ao longo de quase dois anos para simular pétalas de rosa caindo ao vento. Além de ser um elegante 100% focado em dois ocupantes — uma quebra de tradição para a marca focada em motoristas particulares —, ele possui um teto rígido removível. Para coroar o luxo, o painel integra um relógio exclusivo da renomada marca suíça Audemars Piguet, que pode ser destacado do carro e usado no pulso do proprietário com uma pulseira desenhada sob medida.

2. Rolls-Royce Boat Tail

  • País de Origem: Reino Unido

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 140 milhões (aproximadamente US$ 28 milhões).

  • Potência: Motor V12 biturbo de 6.75 litros, com cerca de 570 cv de potência.

  • Quantidade e Raridade: Raríssimo. Produção limitada a exatas 3 unidades globais.

O Rolls-Royce Boat Tail representa o renascimento definitivo do programa “Coachbuild” moderno da fabricante britânica, um departamento onde os clientes desenham a própria carroceria do veículo junto aos engenheiros da marca. Como o próprio nome sugere, o design deste hiperluxuoso automóvel foi diretamente inspirado na elegância atemporal dos iates clássicos da “Classe J” do início do século XX. O carro exibe proporções majestosas, com mais de 5,8 metros de comprimento, e uma pintura em tons de azul que contém flocos metálicos que imitam o reflexo do oceano sob a luz do sol.

O grande espetáculo do Boat Tail, no entanto, esconde-se na sua parte traseira. Em vez de um porta-malas convencional, o carro possui um convés de madeira de nogueira com poros abertos. Com o toque de um botão, essa traseira se abre em um movimento de “asas de borboleta”, revelando a “Hosting Suite” — um intrincado kit de piquenique da mais alta sociedade. Esse compartimento abriga duas geladeiras (uma configurada na temperatura exata para o champanhe vintage favorito do dono), taças de cristal personalizadas, talheres de prata gravados, duas banquetas de fibra de carbono desenvolvidas pela grife italiana Promemoria e um guarda-sol que se estende automaticamente. É, essencialmente, uma experiência de hospitalidade ao ar livre sobre quatro rodas.

3. Bugatti La Voiture Noire

  • País de Origem: França

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 98 milhões (aproximadamente US$ 19 milhões no lançamento).

  • Potência: Monumental motor W16 de 8.0 litros quad-turbo, produzindo absurdos 1.500 cv e 163 kgfm de torque.

  • Quantidade e Raridade: “One-off”. Existe apenas 1 unidade produzida no mundo inteiro.

A Bugatti La Voiture Noire, cujo nome traduz-se simplesmente como “O Carro Preto”, é muito mais do que um meio de transporte de alto desempenho; é uma carta de amor à própria história da fabricante francesa. O modelo foi criado como um tributo espiritual e moderno a um dos mistérios mais célebres do mundo automotivo: o Bugatti Type 57 SC Atlantic pessoal de Jean Bugatti, que desapareceu durante a Segunda Guerra Mundial e cujo paradeiro é desconhecido até hoje. A versão moderna captura o espírito de elegância intemporal com uma carroceria esculpida inteiramente em fibra de carbono preta de trama visível, polida até obter um brilho profundo que absorve e reflete a luz de maneira quase alienígena.

Do ponto de vista do design, o carro não possui linhas agressivas que cortam a carroceria, mas sim fluidez, dando a impressão de ter sido moldado a partir de uma peça única de material. A assinatura clássica da “espinha dorsal” do Bugatti Atlantic original foi recriada de forma brilhante, indo do capô até a traseira. Outro detalhe que chama atenção e reforça a agressividade mecânica são as inacreditáveis seis saídas de escapamento alinhadas na traseira. Sob o capô, ele esconde a mecânica consagrada da Bugatti, permitindo que esta escultura de altíssimo luxo acelere de 0 a 100 km/h em cerca de 2,4 segundos e ultrapasse facilmente os 400 km/h, sempre mantendo o silêncio e o conforto de um autêntico Grand Tourer.

4. Pagani Zonda HP Barchetta

  • País de Origem: Itália

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 92 milhões (originalmente avaliado em torno de US$ 17,5 milhões).

  • Potência: Motor V12 de 7.3 litros naturalmente aspirado (preparado pela Mercedes-AMG), produzindo impressionantes 800 cv.

  • Quantidade e Raridade: Apenas 3 unidades construídas na história.

A história por trás do Pagani Zonda HP Barchetta o torna um dos hipercarros mais românticos e viscerais da era moderna. A sigla “HP” não é por acaso: ela significa Horacio Pagani. O gênio e fundador da fabricante italiana de hipercarros desenhou este veículo como um presente para si mesmo em comemoração ao seu 60º aniversário e para marcar o fim da gloriosa linha Zonda (que teimava em se recusar a morrer devido à altíssima demanda dos clientes bilionários). O termo “Barchetta” faz alusão ao estilo de carroceria de corrida sem capota e sem janelas completas, apresentando um para-brisa radicalmente cortado e rebaixado que exige que os ocupantes sintam o vento cortando o rosto em altas velocidades.

Para garantir que o carro fosse tão rápido quanto espetacular, a Pagani construiu o chassi usando seu material patenteado de última geração, o Carbo-Titanium, que funde a leveza da fibra de carbono com a resistência balística do titânio. Visualmente, ele chama atenção pelas rodas exclusivas (com as rodas traseiras cobertas por uma carenagem aerodinâmica, num aceno aos carros do Grupo C de Le Mans) e pela entrada de ar no topo do veículo. A pureza mecânica é um grande atrativo: ao contrário de muitos hipercarros modernos, o Barchetta usa uma transmissão manual de seis marchas, permitindo ao piloto extrair manualmente cada decibel do motor V12 aspirado, que possui um dos sons mais estridentes e maravilhosos da indústria automotiva.

5. Rolls-Royce Sweptail

  • País de Origem: Reino Unido

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 70 milhões (aproximadamente US$ 12,8 milhões).

  • Potência: Motor V12 de 6.75 litros, gerando 460 cv.

  • Quantidade e Raridade: “One-off”. Apenas 1 unidade no mundo.

O Rolls-Royce Sweptail foi o carro que mudou as regras do jogo no mundo do ultraluxo na década passada. Revelado em 2017 no prestigiado Concorso d’Eleganza Villa d’Este, ele provou à indústria que havia demanda para carros totalmente feitos sob medida, inaugurando a era moderna da divisão de Coachbuild da marca. O veículo foi encomendado por um cliente descrito apenas como um grande apreciador de superiates e aviões particulares, que desejava um carro que pudesse unificar as características de ambos os mundos. O projeto exigiu nada menos que quatro anos de estreita colaboração entre o cliente e a equipe de design da fabricante inglesa para sair do papel e se tornar realidade.

O design do Sweptail é instantaneamente reconhecível pelo enorme teto de vidro panorâmico de uma única peça – um dos maiores, mais complexos e desafiadores já instalados em um automóvel de produção – que se estende por toda a cabine e converge para a traseira afunilada em formato de gota (o tal “swept-tail”, inspirado nos Rolls-Royces dos anos 1920 e nos cascos dos barcos de corrida). O interior foca puramente no minimalismo absoluto, removendo botões e substituindo-os por painéis ininterruptos de madeiras raras como Macassar Ebony e Paldao, além de muito couro Mocassin. O toque final de extravagância é um mecanismo automático no console central que, ao toque de um botão, eleva e posiciona perfeitamente uma garrafa resfriada de champanhe e duas taças de cristal anguladas.

6. Pagani Utopia

  • País de Origem: Itália

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 60 milhões (no Brasil, contando impostos de importação e exclusividade).

  • Potência: Motor V12 de 6.0 litros biturbo, construído artesanalmente pela AMG, entregando 864 cv e 112 kgfm de torque.

  • Quantidade e Raridade: Produção limitada a apenas 99 unidades na versão cupê.

O Pagani Utopia, que recentemente teve uma unidade importada para o Brasil causando forte comoção na comunidade automotiva, é o terceiro grande capítulo da história da Pagani, sucedendo os lendários Zonda e Huayra. Em uma era dominada por hipercarros híbridos pesados repletos de telas digitais e baterias de íons de lítio, Horacio Pagani nadou contra a correnteza. Ele perguntou aos seus clientes mais fiéis o que eles queriam no novo carro, e a resposta unânime foi: simplicidade, leveza e a alegria pura de dirigir. Como resultado, o Utopia dispensa totalmente a eletrificação, pesando incríveis 1.280 kg, graças a um chassi monocoque de Carbo-Titanium e Carbo-Triax.

O design fluido levou seis anos para ser esculpido e testado em túnel de vento; impressionantemente, o carro gera enormes quantidades de downforce sem precisar de um grande aerofólio traseiro, usando asas ativas integradas perfeitamente ao desenho curvo da carroceria. O interior é um espetáculo steampunk por si só. Não há nenhuma tela multimídia no centro do painel; em vez disso, há um belíssimo aglomerado de mostradores analógicos cercados por couro, alumínio usinado a partir de blocos maciços e detalhes em fibra de carbono. A verdadeira joia da coroa é o câmbio manual de sete marchas no centro do console, que possui um trambulador mecânico totalmente exposto, transformando a simples troca de marchas em um espetáculo visual de engrenagens em movimento.

 

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7. Bugatti Chiron Profilée

  • País de Origem: França

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 62,7 milhões (arrematado por aproximadamente 9,7 milhões de euros em leilão).

  • Potência: O icônico W16 de 8.0 litros quad-turbo, com .1500 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos.

  • Quantidade e Raridade: “One-off”. Apenas 1 unidade fabricada.

O Bugatti Chiron Profilée tem um lugar incrivelmente especial na história recente do automóvel: ele marca o ponto final, o canto do cisne, da geração do motor W16 puro e sem auxílio elétrico da marca francesa. O carro nasceu de pedidos de clientes que adoravam a dinâmica de condução ágil e afiada do Bugatti Chiron Pur Sport (desenvolvido para ser um monstro das pistas e das curvas de montanha), mas achavam sua asa traseira enorme algo exageradamente agressivo e espalhafatoso para viagens elegantes. A Bugatti atendeu aos pedidos e desenvolveu o Profilée, mas no meio do projeto, todas as 500 vagas de produção da linha Chiron se esgotaram. A Bugatti, no entanto, decidiu concluir essa única unidade de pré-produção, tornando-a uma peça de colecionador instantânea.

Para garantir estabilidade em altas velocidades, os engenheiros desenvolveram um aerofólio integrado na carroceria em formato de “ducktail” (rabo de pato) fixo, que ajuda a extrair o ar quente do motor e aumenta a aderência aerodinâmica. O modelo possui afinações de suspensão exclusivas, sendo ligeiramente mais rígido do que o Chiron Sport convencional. Ele estreou a cor prata “Argent Atlantique”, desenvolvida exclusivamente para este carro, contrastando com o icônico azul da parte inferior de fibra de carbono. No interior, foi o primeiro Bugatti da história a utilizar couro trançado artesanal (com mais de 2.500 tiras de couro interligadas) no acabamento interno das portas, unindo agressividade e sofisticação inigualável.

8. Bugatti Centodieci

  • País de Origem: França

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 54,2 milhões (aproximadamente US$ 9 milhões na base, chegando facilmente a mais com personalização).

  • Potência: Motor W16 de 8.0 litros quad-turbo aprimorado, entregando colossais 1.600 cv (100 cv a mais que o Chiron base).

  • Quantidade e Raridade: Restrito a exatas 10 unidades em todo o planeta.

A palavra “Centodieci” significa “cento e dez” em italiano, e o carro foi construído com dois propósitos distintos: comemorar os 110 anos da fundação da marca por Ettore Bugatti e pagar um tributo apaixonado ao EB110 Supersport da década de 1990 (o hipercarro da época em que a Bugatti foi temporariamente ressuscitada pelo empresário italiano Romano Artioli). O modelo toma a mecânica impecável do Chiron e a transforma em algo consideravelmente mais extremo e focado na performance crua. O carro é 20 quilos mais leve do que o Chiron padrão e, graças ao motor aprimorado, as métricas são assustadoras: de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos e de 0 a 300 km/h em inacreditáveis 13,1 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente a 380 km/h.

O design do Centodieci é uma verdadeira obra de arte retro-futurista. Em vez da clássica e imensa linha em forma de “C” nas laterais presente nos Bugattis modernos, ele usa uma superfície plana com cinco pequenas entradas redondas de ar, exatamente como no antigo EB110. A grade em forma de ferradura na frente foi diminuída consideravelmente e os faróis em LED são fendas finíssimas e agressivas. O processo de desenvolvimento da refrigeração dessa carroceria exigiu milhares de horas de simulação aerodinâmica. Uma das poucas e felizardas pessoas no mundo a possuir esta raridade é o jogador de futebol Cristiano Ronaldo, cuja aquisição ajudou a aumentar o status místico do modelo globalmente.

9. Mercedes-Maybach Exelero

  • País de Origem: Alemanha

  • Valor Estimado: Cerca de R$ 46,7 milhões (US$ 8 milhões na época, valor ainda estimado como referência base devido à sua singularidade).

  • Potência: Motor V12 biturbo de 5.9 litros da Mercedes-Benz, produzindo 700 cv e 104 kgfm de torque.

  • Quantidade e Raridade: “One-off concept”. Existe apenas 1 veículo em todo o mundo.

O Mercedes-Maybach Exelero talvez seja o carro com a história de origem mais inusitada de toda esta lista. Ao contrário dos outros que nasceram puramente do capricho de bilionários ou de aniversários das marcas, o Exelero foi originalmente comissionado em 2005 por uma empresa fabricante de pneus, a Fulda (uma divisão alemã da gigante Goodyear). A Fulda precisava de um veículo extremo, incrivelmente pesado e ridiculamente rápido para testar a durabilidade de uma nova linha de pneus superesportivos, chamada Carat Exelero, que deveria aguentar o peso de um superluxo a velocidades acima de 350 km/h sem se desintegrar.

O resultado dessa colaboração foi uma obra-prima automotiva intimidadora, desenhada por estudantes do Pforzheim Design Academy e construída pela preparadora Stola. Visualmente, ele lembra o carro do Batman em um universo de máfia: preto, esguio, com quase seis metros de comprimento, rodas imensas, capô interminável e uma estética de cupê intimidadora. Apesar de ser tecnicamente um veículo de altíssimo luxo repleto de couro vermelho e preto e fibra de carbono, além de pesar enormes 2.660 kg, o Exelero conseguiu provar seu valor no famoso anel de alta velocidade de Nardò, na Itália, cravando uma velocidade máxima validada de 351,45 km/h. Desde então, ele se tornou uma lenda urbana, aparecendo até no videoclipe de “Lost One” do rapper Jay-Z.

10. Ferrari LaFerrari

  • País de Origem: Itália

  • Valor Estimado no Brasil: Entre R$ 38 milhões e R$ 45 milhões (o valor flutua brutalmente devido à raridade no país e ao mercado de colecionadores).

  • Potência: Motor V12 de 6.3 litros aspirado combinado com um sistema híbrido KERS elétrico, resultando em incríveis 963 cv combinados e mais de 91 kgfm de torque.

  • Quantidade e Raridade: Foram construídas 499 unidades na versão cupê (mais uma fabricada especialmente para ser leiloada para as vítimas do terremoto na Itália, totalizando 500) e mais 210 da versão conversível Aperta.

O simples fato de uma marca orgulhosa batizar o carro de “A Ferrari” mostra o nível de confiança na obra entregue. Lançada há mais de uma década, a LaFerrari envelheceu como um vinho excepcional e permanece como um dos carros mais desejados e valiosos do mundo. Ela compunha a famosa “Santíssima Trindade” original dos hipercarros (junto ao McLaren P1 e ao Porsche 918 Spyder), veículos que definiram a era híbrida extrema. Foi o primeiro carro de rua da história de Maranello a apresentar tecnologia híbrida, focada não em economizar combustível, mas em entregar energia e torque absolutos de forma imediata. O motor elétrico preenche os pequenos “buracos” na faixa de torque do furioso motor V12 que grita a até 9.250 rpm.

Além do desempenho formidável (capaz de atingir 300 km/h em exatos 15 segundos), a LaFerrari tem um design que quebrou paradigmas. Foi o primeiro modelo de topo da marca desde o Dino 308 GT4 em 1973 a não ser desenhado pelo estúdio Pininfarina; em vez disso, todo o design foi obra do próprio centro de design da Ferrari, liderado por Flavio Manzoni. Para extrair a máxima performance e reduzir o peso, a posição de dirigir simula a de um carro de Fórmula 1: os bancos não se ajustam e são moldados diretamente no chassi de fibra de carbono. Em vez de mover o banco, o motorista movimenta o volante e a caixa de pedais para encontrar a ergonomia perfeita. Por conta dos severos impostos brasileiros, unidades importadas e registradas no país são tesouros guardados a sete chaves, negociadas apenas nas cifras astronômicas superiores aos 40 milhões de reais.

FAQ

1. Qual é o carro mais caro do mundo atualmente? O Rolls-Royce La Rose Noire Droptail é considerado um dos mais caros, com valor estimado na casa dos R$ 171 milhões.

2. Quanto custa um Rolls-Royce Droptail? Estima-se que custe mais de 30 milhões de dólares (cerca de R$ 171 milhões, sem impostos locais).

3. Quantos Rolls-Royce Droptail existem no mundo? Apenas 4 chassis serão construídos, sendo o “La Rose Noire” o primeiro e totalmente único.

4. Qual carro de luxo vem com um relógio no painel? O Rolls-Royce La Rose Noire Droptail traz um relógio exclusivo da Audemars Piguet, que pode ser retirado e usado no pulso.

5. Qual é o Rolls-Royce que tem um kit de piquenique no porta-malas? O Rolls-Royce Boat Tail, que revela um kit completo com geladeira e taças de cristal ao abrir a traseira.

6. Quanto custa o Rolls-Royce Boat Tail? Aproximadamente R$ 140 milhões (cerca de 28 milhões de dólares).

7. Quantas unidades do Rolls-Royce Boat Tail foram feitas? Foram fabricadas exatas 3 unidades no mundo.

8. O que é o sistema “Coachbuild” da Rolls-Royce? É um programa exclusivo onde o cliente desenha a própria carroceria do veículo junto aos engenheiros da marca.

9. Qual é o Bugatti mais caro do mundo? O Bugatti La Voiture Noire, avaliado em cerca de R$ 98 milhões.

10. O que significa “La Voiture Noire”? Significa “O Carro Preto” em francês.

11. Quantos escapamentos tem o Bugatti La Voiture Noire? O modelo possui incríveis seis saídas de escapamento alinhadas na traseira.

12. Em qual carro o Bugatti La Voiture Noire foi inspirado? No lendário e perdido Bugatti Type 57 SC Atlantic de Jean Bugatti.

13. De quem é o Bugatti La Voiture Noire? A Bugatti nunca confirmou oficialmente quem é o comprador desta unidade única (“one-off”).

14. Qual a velocidade máxima do Bugatti La Voiture Noire? Com seu motor W16 de 1.500 cv, ele ultrapassa facilmente os 400 km/h.

15. O que significa “HP” no Pagani Zonda HP Barchetta? As iniciais “HP” homenageiam Horacio Pagani, o fundador da marca, que se deu o carro de presente de aniversário.

16. Quanto custa o Pagani Zonda HP Barchetta? Seu valor estimado gira em torno de R$ 92 milhões.

17. O Pagani Zonda HP Barchetta tem teto? Não, o estilo “Barchetta” significa que ele não tem capota fixa e possui um para-brisa rebaixado.

18. Quantos Pagani Zonda HP Barchetta existem? Apenas 3 unidades foram construídas na história.

19. O Pagani Zonda tem câmbio manual? Sim, o Zonda HP Barchetta utiliza uma transmissão manual de seis marchas.

20. Qual é o diferencial do Rolls-Royce Sweptail? Seu design traseiro afunilado em forma de gota e o imenso teto de vidro panorâmico de peça única.

21. Quanto custa o Rolls-Royce Sweptail? Aproximadamente R$ 70 milhões.

22. Como o champanhe é servido no Rolls-Royce Sweptail? Através de um mecanismo automático no console central que eleva a garrafa resfriada ao toque de um botão.

23. Quanto custa o Pagani Utopia no Brasil? Devido aos impostos e exclusividade, o valor estimado no Brasil é de cerca de R$ 60 milhões.

24. O Pagani Utopia tem tela multimídia? Não. Para manter a pureza do design, ele foca em mostradores analógicos e botões de alumínio usinado.

25. Qual o motor do Pagani Utopia? Um motor V12 de 6.0 litros biturbo, construído artesanalmente pela Mercedes-AMG, com 864 cv.

26. O Pagani Utopia é híbrido ou elétrico? Não, ele vai contra a tendência atual e dispensa totalmente a eletrificação para manter o peso leve (1.280 kg).

27. Quantos Pagani Utopia serão fabricados? A produção da versão cupê é limitada a apenas 99 unidades no mundo.

28. O que faz o Bugatti Chiron Profilée ser único? É uma unidade exclusiva (one-off) projetada com um aerofólio traseiro fixo em formato “ducktail” (rabo de pato).

29. Qual o valor do Bugatti Chiron Profilée? Foi arrematado em leilão pelo equivalente a R$ 62,7 milhões.

30. De 0 a 100 km/h, qual é o tempo do Chiron Profilée? Ele atinge essa velocidade em absurdos 2,3 segundos.

31. Qual o último Bugatti com motor W16 puro? O Bugatti Chiron Profilée marcou o fim da geração do motor W16 sem auxílio elétrico.

32. Qual a cor exclusiva do Bugatti Chiron Profilée? A cor prata “Argent Atlantique”, desenvolvida apenas para este modelo.

33. O que significa “Centodieci” na Bugatti? Significa “Cento e dez” em italiano, celebrando os 110 anos de fundação da Bugatti.

34. Em qual carro o Bugatti Centodieci é inspirado? No clássico Bugatti EB110 Supersport dos anos 90.

35. Qual a potência do Bugatti Centodieci? Ele possui um motor W16 aprimorado que entrega colossais 1.600 cv de potência.

36. Quantos Bugatti Centodieci existem no mundo? A produção foi estritamente limitada a 10 unidades globais.

37. Qual jogador de futebol tem um Bugatti Centodieci? Cristiano Ronaldo é um dos 10 felizardos proprietários deste modelo.

38. Por que o Mercedes-Maybach Exelero foi criado? Foi encomendado em 2005 pela fabricante de pneus Fulda para testar pneus de alta performance em velocidades acima de 350 km/h.

39. Quanto custa o Maybach Exelero? Seu valor de referência histórico é de cerca de R$ 46,7 milhões (US$ 8 milhões originais).

40. Qual a velocidade máxima do Maybach Exelero? Durante os testes na pista de Nardò, ele cravou a velocidade máxima validada de 351,45 km/h.

41. O Maybach Exelero já apareceu em algum clipe musical? Sim, o veículo participou do videoclipe “Lost One” do rapper Jay-Z.

42. Quanto custa uma Ferrari LaFerrari no Brasil hoje? Unidades emplacadas no país são negociadas facilmente entre R$ 38 milhões e R$ 45 milhões.

43. A Ferrari LaFerrari é híbrida? Sim, foi o primeiro hipercarro de rua híbrido da Ferrari, unindo um motor V12 aspirado a um sistema elétrico KERS.

44. Qual a potência total da Ferrari LaFerrari? A combinação dos motores entrega incríveis 963 cv.

45. Quantas unidades da LaFerrari foram produzidas? Foram 500 unidades da versão cupê (499 para clientes + 1 para leilão) e 210 da versão conversível Aperta.

46. Como funcionam os bancos da Ferrari LaFerrari? Eles são fixos e moldados diretamente no chassi; o motorista ajusta o volante e os pedais para encontrar a posição ideal, como na Fórmula 1.

47. Quais carros fazem parte da “Santíssima Trindade” dos hipercarros? Ferrari LaFerrari, McLaren P1 e Porsche 918 Spyder.

48. De 0 a 300 km/h, qual o tempo do Bugatti Centodieci? Ele atinge 300 km/h em inacreditáveis 13,1 segundos.

49. Qual o peso do Maybach Exelero? Apesar de ser um cupê de altíssima performance, ele pesa enormes 2.660 kg devido ao seu tamanho e luxo extremo.

50. Quem desenhou a Ferrari LaFerrari? Foi o primeiro carro de topo da marca em décadas desenhado pelo próprio centro de design da Ferrari (liderado por Flavio Manzoni), sem a participação do estúdio Pininfarina.

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