
Dodge Challenger: O Ícone dos Muscle Cars Americanos
História do Dodge Challenger
O Dodge Challenger nasceu em 1970 como resposta direta da Dodge ao sucesso do Ford Mustang, Chevrolet Camaro e Pontiac Firebird. Posicionado como um pony car de porte ligeiramente maior, o Challenger oferecia uma ampla gama de versões — desde modelos mais acessíveis até máquinas brutais como o R/T e o lendário HEMI 426.
A primeira geração (1970–1974) é a mais cultuada, marcada por linhas agressivas, opções de motores que iam de seis cilindros até o V8 HEMI, e participação em corridas de arrancada e NASCAR. Ao longo das décadas, o Challenger passou por transformações, enfrentou a crise do petróleo, a era Malaise e renasceu nos anos 2000 com um design retrô que homenageia o original.
Destaques do Modelo (1ª geração – 1970)
Plataforma E-Body compartilhada com o Plymouth Barracuda.
Opções de motores: Slant-6, V8 small-block e big-block, incluindo o HEMI 426.
Versões R/T (Road/Track) e T/A (Trans Am) para alto desempenho.
Design musculoso com longos capô e traseira curta.
Ampla lista de opcionais e personalização.
Ficha Técnica – Dodge Challenger R/T 426 HEMI (1970)
| Especificação | Detalhe |
|---|---|
| Motor | V8 426 in³ (7.0 L) HEMI |
| Potência | 425 cv (SAE bruta) |
| Torque | ~66 kgfm |
| Transmissão | Manual 4 marchas ou automática 3 marchas |
| Tração | Traseira |
| Peso | ~1.650 kg |
| 0–100 km/h | ~5,5 s |
| 1/4 de milha | ~13,5 s |
| Velocidade Máxima | ~220 km/h |
| Produção (R/T HEMI 1970) | ~356 unidades |
Pontos Negativos
Consumo extremamente alto.
Difícil de encontrar em estado original.
Alto custo de manutenção e peças raras.
Direção e suspensão menos precisas que esportivos modernos.
Seguro caro devido ao histórico de roubo e valor de mercado.
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